A Feira de Cultura Científica Paraná Faz Ciência 2025 teve o encerramento que um grande evento científico brasileiro merece. Entre sorrisos e lágrimas, 90 projetos foram premiados em uma festa emocionante. Cada trabalho vencedor recebeu equipamentos eletrônicos e kit multimídia para potencializar a cultura e a produção do conhecimento científico e tecnológico, além de estimular o compromisso dos jovens com a ciência desenvolvida para transformar a vida das pessoas e da sociedade.
Uma das grandes emoções da premiação veio com o anúncio dos três primeiros projetos vencedores da escolha do público, após votação pela internet, que totalizou 277.500 votos. As mestres de cerimônia foram as professoras Universidade Estadual de Maringá (UEM), Débora de Melo Sant’Ana, articuladora do NAPI Paraná Faz Ciência (NAPI PRFC), e Ana Paula Vidotti, coordenadora do Projeto Muditinetante do Museu Dinâmico Interdisciplinar (Mudi/UEM), que agitaram as centenas de pessoas que esperavam os resultados no último dia do evento.
“A sessão de premiação é uma etapa importante, mas é fundamental enfatizar que todos são vencedores, pois passaram pela primeira fase, altamente concorrida, e pela avaliação de especialistas. Por isso, todos vocês são vencedores”, afirmou a professora Débora, no início da solenidade, que provocou: “Quem quer vir ano que vem?”
Vale destacar os primeiros lugares na votação on-line, que recebeu a validação dos internautas. Na categoria Kids, o projeto ‘Ipês e a cidade de Maringá: como o solo sustenta a beleza e a vida urbana’, da Escola Lega Montessori, de Maringá, recebeu 1.490 votos e teve orientação da professora Fernanda do Nascimento Poncetti de Freitas.

Já na categoria Júnior, o projeto ‘Compostagem e Horta’, desenvolvido no Colégio Estadual Barão do Rio Branco, de Assaí, foi o vencedor com 17.305 votos e teve a orientação da professora Aparecida Cândida Duarte.

Com 16.500 votos, o vencedor na categoria Jovem foi o projeto ‘Tenda Cultura Viva – Segredos Escondidos’, orientado pela professora Oslaine Barrim Batista do Colégio Estadual Professora Hilda Trautwein Kamal, de Umuarama.

Além da escolha do público, os projetos das categorias Júnior e Jovem foram avaliados para se chegar aos três primeiros colocados nas seguintes áreas: Ciências Exatas, Ciências Humanas, Ciências da Saúde, Ciências Biológicas, Ciências Agrárias, Ciências Sociais Aplicadas, Inovação e Tecnológica & Robótica. Houve ainda uma categoria especial, Década dos Oceanos, que premiou os três melhores avaliados.
Para conhecer todos os vendedores da FECCI 2025, basta acessar o site do evento e conferir os detalhes dos projetos.
A FECCI é um evento anual promovido pelo NAPI Paraná Faz Ciência (PRFC), em parceria com o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI); as secretarias estaduais de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Educação (SEED) e da Fundação Araucária; e a Prefeitura de Curitiba, que apoiaram esta edição e já se comprometeram a viabilizar a segunda, ano que vem.

Voltado a estudantes e professores da Educação Básica do Paraná com idades a partir de 6 anos, a feira visa também atrair visitantes que gostam de ciência e inovação. Nesta primeira edição, o espaço recebeu mais de 15 mil visitantes que foram conferir as pesquisas de 1.500 estudantes e professores, parte ligada a clubes de ciências paranaenses. Foram expostos 381 de trabalhos.
Durante três dias, 220 escolas públicas estaduais, localizadas em 90 cidades paranaenses, estiveram na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campus Neoville, em Curitiba, para apresentar seus trabalhos de pesquisa e seus novos talentos.
Do total de projetos participantes, 298 corresponderam a projetos e trabalhos enviados pelos clubistas da Rede de Clubes Paraná Faz Ciências, coordenada pelo NAPI Paraná Faz Ciência, criador e organizador da Feira. Destes, 64 estiveram entre os três premiados de cada categoria e área do conhecimento. A Rede é resultado dos investimentos do governo do Paraná para financiar a participação de alunos e professores e do trabalho da equipe de todas as Instituições de Ensino Superior (IES).
O articulador do NAPI PRFC e professor da Universidade Federal do Paraná, Rodrigo Arantes Reis, destacou a importância do evento científico que reúne, num único espaço, estudantes, professores, parceiros e gestores públicos. “A FECCI começa muito grande e o nosso desafio, agora, é fazer, em 2026, um evento ainda maior e mais abrangente, sempre com o intuíto de popularizar e divulgar a ciência junto aos jovens e à sociedade”, afirmou.

Os classificados em primeiro, segundo e terceiro lugares de cada uma das áreas foram contemplados com filmadoras de última geração, impressora 3D, tablets, celulares, caixas de som, fones de ouvido e kits para ajudar nas pesquisas e divulgação científica das pesquisas. Todos os ítens foram doados pela 9° Regional da Receita Federal para o Paraná e Santa Catarina, parceira do NAPI Paraná Faz Ciência.
Durante a premiação, o representante da Receita Federal no Paraná, Roque Luiz Wandenkolk, hipotecou seu apoio e parceria com o NAPI Paraná Faz Ciência para a próxima edição. “Aqui nós estamos presenciando a transformação destes produtos que entraram por meio ilícito no país e que agora estão impulsionando e incentivam jovens cientistas por meio da Educação”, ressaltou o representante do superintende regional da Receita Federal do Brasil na 9ª Região Fiscal, Fábio Eduardo Boschi.
Outro parceiro da FECCI 2025 foi a empresa Slim 3D que, além de imprimir os troféus e medalhas entregue aos premiados, também contribuiu com impressoras 3D para a premiação.
A primeira edição da Feira de Cultura Científica Paraná Faz Ciência (FECCI 2025) começou nesta terça-feira, 4, com potencial de se transformar, já em 2026, na maior feira de ciências do Brasil realizada para estudantes da Educação Básica. A proposta é ampliar o investimento no desenvolvimento da cultura científica no Estado, que irá oportunizar o surgimento de uma nova geração de jovens pesquisadores no Paraná e, consequentemente, servir de modelo para o Brasil, por meio da Rede de Clubes Paraná Faz Ciência.
Na abertura do evento científico, gestores e parceiros dos governos federal, do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI); e estadual, das secretarias de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Educação (SEED) e da Fundação Araucária; e Municipal, com a parceria da Prefeitura de Curitiba, hipotecaram apoio incondicional para a ampliação dos investimentos para a segunda edição da FECCI.
“O futuro da ciência é aqui e agora”, afirmou a diretora de Popularização da Ciência, Tecnologia e Educação Científica do MCTI, Juana Nunes, entusiasmada com a parceria entre várias esferas públicas em torno de um único objetivo, que é consolidar a cultura científica entre os jovens. “Vamos unir forças para que os jovens possam, cada vez mais, se interessar por ciência, desenvolver o Paraná e ajudar o país a conquistar a soberania em termos de tecnologia e inovação”.

Com 1.500 estudantes e professores ligados a clubes de ciências paranaenses expondo trabalhos em 381 estandes, a FECCI acontece na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campus Neoville, em Curitiba. São 8 mil metros quadrados de área reservada para a exposição de projetos científicos de 220 escolas, sendo 206 escolas públicas estaduais, localizadas em 90 cidades paranaenses. Ao todo, são 234 professores orientadores e 138 coorientadores, que terão seus trabalhos apresentados a 87 avaliadores.
Do total de projetos selecionados, 298 correspondem a projetos e trabalhos enviados pelos clubistas da Rede de Clubes Paraná Faz Ciências, coordenada pelo NAPI Paraná Faz Ciência, criador e organizador da Feira. A Rede é resultado dos investimentos do governo do Paraná para financiar a participação de alunos e professores e do trabalho da equipe de todas as Instituições de Ensino Superior (IES).
O presidente da Fundação Araucária, professor Ramiro Wahrhaftig, aproveitou o evento para, segundo ele, fazer uma provocação. “A FECCI já nasce grande, mas vamos trabalhar para que ano que vem ela seja ainda maior, para 1.000 projetos, com toda infraestrutura e logística para que mais estudantes possam participar”.

O coordenador de Políticas Públicas e Estratégias de Ciência e Tecnologia da Seti, Ivan Carlos Vicentin, representando o secretário Aldo Nelson Bona, fez questão de salientar que a FECCI é um evento primordial para determinar o futuro de uma criança. “Quando eu tinha 10 anos, morava num sítio em Arapongas e uma feira de ciência marcou a minha vida, despertando a minha curiosidade para sempre. Hoje, sou professor da UTFPR, cedido ao Estado. Tenho absoluta certeza de que esse momento será lembrado por vocês por muito tempo, como para mim”, relembrou Vicentin.
Já o reitor da UTFPR e anfitrião da FECCI, Everton Lozano, enfatizou a relevância deste encontro de jovens pesquisadores. “No futuro, vocês serão nossos alunos e estarão produzindo ciência e conhecimento nos campi das nossas universidades”.
“É um privilégio grande estar aqui na FECCI, já que eu me sinto padrinho. Estive em Portugal conhecendo o projeto Ciência Viva e me encantei com a proposta de fomentar a cultura científica. Hoje somos parceiros do NAPI Paraná Faz Ciência”, disse o diretor de Educação da Secretaria de Estado da Educação do Paraná, Anderfabio Oliveira dos Santos, representando o secretário da SEED, Roni Miranda”.
A diretora de Ensino Fundamental da Prefeitura de Curitiba, Sandra Mara Piotto, esteve na solenidade representando o prefeito Eduardo Pimentel e ressaltou que a participação das escolas municipais irá repercutir durante toda a vida dos estudantes. “Que esse seja o início de um percurso de muito brilho e de muita realização ao longo da vida!”.
Ao final, os melhores classificados receberão prêmios que foram doados pela 9° Regional da Receita Federal para o Paraná e Santa Catarina, totalizando 400 ítens. “A Receita Federal se orgulha muito em participar deste evento, contribuindo para despertar esses talentos que trarão o tão desejado desenvolvimento científico para a nossa sociedade”, destacou Jorge Luiz Moreira da Silva, que representou o superintendente do órgão, Fábio Eduardo Boschi.

A FECCI é voltada a estudantes e professores da Educação Básica do Paraná com idades a partir de 6 anos, além de visitantes que gostam de ciência e inovação. O objetivo é potencializar a cultura e a produção do conhecimento científico e tecnológico. As equipes participantes estão divididas em três categorias: FECCI Kids, que abrange os alunos do 4º e 5º anos do Ensino Fundamental I; FECCI Júnior, para alunos do Fundamental II; e FECCI Jovem, acolhendo alunos do Ensino Médio, Técnico e Ensino de Jovens e Adultos (EJA).
O coordenador da feira e articulador do NAPI PRFC, Rodrigo Reis, agradeceu o apoio dos parceiros e fez questão de enfatizar o movimento de articulação junto às escolas e, especificamente, à Rede de Clubes Paraná Faz Ciência para ampliar a participação na Feira. “A FECCI é um reflexo direto do impacto do NAPI no Paraná inteiro, com mais de 300 clubes de ciências em apenas um ano de vigência da Rede”. Ainda do NAPI PRFC, participou da solenidade a professora Débora de Mello Sant’Ana, também articuladora e organizadora da FECCI.
Para mais informações sobre a Feira de Cultura Científica 2025, acesse o site do evento no Paraná Faz Ciência e as redes sociais @fecci_prfc.
FECCI – Feira de Cultura Científica Paraná Faz Ciência
De 4 a 6 de novembro de 2025
Horário de funcionamento: 9h às 17h
Local: UTFPR – Campus Neoville – Cidade Industrial de Curitiba (CIC) – Rua Pedro Gusso, 2601, em Curitiba.
Observação:
Entrada gratuita e aberta à comunidade em geral
Com 1.500 estudantes e professores ligados a clubes de ciências paranaenses expondo trabalhos em 381 estandes, a primeira edição da Feira de Cultura Científica Paraná Faz Ciência (FECCI) será realizada de 4 a 6 de novembro, na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campus Neoville, em Curitiba. São 8 mil metros quadrados de área reservada para o que promete ser um dos maiores eventos anuais realizados pelo Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação – NAPI Paraná Faz Ciência.
A FECCI é voltada a estudantes e professores da Educação Básica do Paraná com idades a partir de 6 anos, além de visitantes que gostam de ciência e inovação. O objetivo é potencializar a cultura e a produção do conhecimento científico e tecnológico. As equipes participantes estão divididas em três categorias: FECCI Kids, que abrange os alunos do 4º e 5º anos do Ensino Fundamental I; FECCI Júnior, para alunos do Fundamental II; e FECCI Jovem, acolhendo alunos do Ensino Médio, Técnico e Ensino de Jovens e Adultos (EJA).
A Feira está sendo organizada desde julho, quando começaram as inscrições, que passaram de mil. Deste total, 381 trabalhos foram selecionados por uma grande equipe de diferentes instituições e esferas públicas, com o objetivo de unir esforços na divulgação e popularização da ciência no estado.
Em Almirante Tamandaré, no Lattes Clube, por exemplo, estudantes do Ensino Médio, da Escola Estadual Floripa Teixeira de Faria, desenvolvem pesquisas que vão da produção de bebidas fermentadas no estilo refrigerante à clonagem de plantas. “A gente criou um laço muito grande e quer ver o resultado crescer junto com a gente. Que dê novos clones”, diz Luiza Mariane de Souza, 16 anos, ao falar sobre o cuidado com a planta batizada de Felipe, em homenagem ao professor coordenador do clube.

A importância da FECCI para a iniciação científica nas escolas do Paraná se reflete no impulso que o evento pretende dar às iniciativas de trabalhos científicos na Educação Básica do Estado.
“Queremos ter na FECCI algo como temos nos congressos do ensino superior, com apresentação de trabalhos. No nível da Educação Básica temos as feiras de ciências, que são também formas de avaliação desse trabalho desenvolvido na iniciação científica”, afirma a articuladora do NAPI Paraná Faz Ciência e membro da coordenação da FECCI, Débora de Mello Sant’Ana.

Desde a preparação para a Feira, os alunos já começam a aprender inúmeros aspectos da metodologia da pesquisa científica. “Tudo isso aliado à vivência nos dias da Feira em si se transformam num treinamento científico muito importante para formação desses estudantes”, destaca a articuladora.
O articulador do NAPI PRFC, Rodrigo Reis, faz questão de enfatizar o movimento de articulação junto às escolas e, especificamente, à Rede de Clubes Paraná Faz Ciência para ampliar a participação na Feira: “É uma responsabilidade enorme o movimento que a gente está fazendo, trazendo estudantes e professores do Paraná inteiro, principalmente aqueles vinculados aos Clubes de Ciências. Vamos receber no campus da UTFPR quase duas mil pessoas, o que gera uma expectativa gigantesca para que o evento seja o maior sucesso possível”.
Do total de projetos selecionados, 298 correspondem a projetos e trabalhos enviados pelos clubistas da Rede de Clubes Paraná Faz Ciências, coordenada pelo NAPI Paraná Faz Ciência. A Rede é resultado dos investimentos do governo do Paraná para financiar a participação de alunos e professores e do trabalho da equipe de todas as Instituições de Ensino Superior (IES).
Com o fomento da Fundação Araucária e apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, o evento conta ainda com o apoio da Secretaria de Educação do Paraná, da Prefeitura de Curitiba e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do Programa POP Ciência e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
A equipe de Arte vinculada à Universidade Estadual de Maringá (UEM), parte da Comunicação do NAPI PRFC, foi responsável por toda a identidade visual da FECCI, proposta pelo comunicólogo Lucas Higashi. Outra integrante do grupo, Any Veronezi, se encarregou da criação das mascotes Luna e Cosmos.

A bióloga e coordenadora de Infraestrutura da FECCI, Juliana Ferrari, acredita que o evento será incrível. Ela explica que haverá um grande espaço para os 381 estandes dos projetos das escolas; um segundo com expositores e um palco; um terceiro com mais expositores, uma grande área para o Parque da Ciência Newton Freire Maia e uma área de refeição exclusiva para as crianças que estarão apresentando trabalho; além da Doca, onde estarão estacionados os veículos de ciência móvel: Zikabus, MarBrasil e Carreta da Polícia Científica. O Museu Dinâmico Interdisciplinar (Mudi/UEM) também participa da FECCI com a exposição Corpo Humano, do projeto Muditinerante.
De acordo com Leilane Schwind, também integrante da comissão organizadora, “a adesão de clubes de ciências de todas as regiões do estado corresponde a essa visão dos professores, alunos e escolas da importância da divulgação dos projetos produzidos pelos alunos como forma de estimular a valorização do conhecimento científico”.
Os trabalhos apresentados concorrem a prêmios. São produtos apreendidos, que foram doados pela Receita Federal. O professor Rodrigo Reis registra que é um lote de R$ 350 mil, com eletrônicos e outros gadgets que vão ser entregues aos primeiros lugares das categorias participantes da FECCI.
FECCI – Feira de Cultura Científica Paraná Faz Ciência
De 4 a 6 de novembro de 2025
Horário de funcionamento: 9h às 17h
Local: UTFPR – Campus Neoville – Cidade Industrial de Curitiba (CIC) – Rua Pedro Gusso, 2601, em Curitiba.
Observação:
Entrada gratuita e aberta à comunidade em geral
Texto com contribuição de Chananda Buss e Mari Martins