O quarto e último encontro da formação em feiras científicas organizado pelo NAPI Paraná Faz Ciência (PRFC) trouxe duas apresentações sobre temas relevantes para o processo formativo que culmina com as feiras de ciências. Na ocasião, houve o anúncio da organização do I Encontro de Promotores de Feiras de Ciências do Paraná, nos dias 06 e 07 de maio. O evento será destinado a ouvintes interessados no tema e também a promotores que queiram apresentar seus relatos e experiências.
A primeira parte da aula foi iniciada com a fala da professora Mariana Andrade, docente do Departamento de Biologia Geral na Universidade Estadual de Londrina (UEL) e Doutora em Educação para a Ciência, pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), além de integrante do NAPI como coordenadora da Rede de Clubes Maker.
“Mesmo que existam códigos de conduta diferentes, seja qual for o lugar que vamos, algumas práticas precisam ser sempre respeitadas. Do contrário pode haver um relativismo moral, que significa agir seguindo uma regra dada, ainda que seja absurda”, explica a docente. Mariana reforçou que fazer ciência, como uma atividade humana, vem acompanhado de conceitos e julgamento de valores, e que o papel do professor passa também por orientar o estudante sobre como se comportar e o que considerar nas escolhas e decisões que tomam em suas pesquisas.
Para completar a relação com a comunicação científica, a pesquisadora apresentou o ciclo de premissas que inclui trabalhar com vertentes conceitual, atitudinal e procedimental. Essas três premissas existem concomitantemente durante o processo científico, desde a escolha de temas, no contato com entrevistados ou contextos sociais até o desenvolvimento e apresentação dos resultados à sociedade. “Durante todas as fases, não é só nos conceitos que os estudantes devem se balizar, mas também pelas atitudes e procedimentos éticos. Eles precisam entender que suas ações podem impactar sua vida e a de outras pessoas envolvidas”, reforça.

É a partir dessa vivência, em fases, que o aluno vai construir um entendimento sobre ética. E quando estiver se preparando para uma feira de ciências, terá ferramentas para lidar com as regras impostas por esses eventos, segundo Mariana. “Eles precisam ser ensinados, orientados antes das feiras para saber como se portar e como lidar com as exigências de cada situação dessas. É preciso saber dos limites e regramentos antes desses eventos, já que não se pode esperar que uma breve aula de conceitos dê conta. É preciso construir um processo de vivência sobre a ética”, define Andrade.

Enquanto professores, a docente reforça que o “nosso papel é mostrar aos alunos sobre honestidade, ter responsabilidade e como serem solidários uns com os outros. É falar em atitude responsável e consciente”, conclui Mariana.
Na segunda parte da aula, a abordagem foi voltada ao processo de avaliação dos trabalhos científicos durante as feiras de ciências. Apresentaram aspectos de suas vivências práticas em anos como avaliadores em eventos científicos a docente Ana Paula Vidotti, diretora do centro de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e o mestre Adriano Machado, ligado à Universidade Estadual do Centro Oeste do Paraná (Unicentro), com vivência em Clubes de Ciência e execução de feiras científicas.
A apresentação ressaltou a importância das diferenças entre mostras e feiras. As Mostras são tradicionalmente menores, com aspectos locais e não competitivos. As Feiras são organizadas com mais rigor, processo de seleção de trabalhos participantes e incluem competições para classificar os trabalhos ao final do evento.
“É importante apresentar a competição como algo positivo, como algo que vai fazer o trabalho evoluir para próximas feiras e que, nesse processo, os alunos vão viver trocas de experiências com outros trabalhos e colegas, além da recompensa no final, que pode ser prêmios físicos, ou viagens científicas ou a entrada em outras feiras, como a FECCI acaba de lançar”, explica a professora Ana Paula.
Vale destacar que durante todo o mês de abril, as escolas da Educação Básica e Técnica do Brasil, públicas e privadas, poderão fazer parte da Rede de Feiras Afiliadas à Feira de Cultura Científica (FECCI) do NAPI PRFC. O Edital 001/FECCI-2026 vigente estabelece normas, critérios e prazos para o credenciamento de feiras de ciências e mostras científicas escolares, municipais, regionais e estaduais, à FECCI, possibilitando a essas instituições a indicação de projetos científicos para avaliação e eventual participação na FECCI 2026.
Nas apresentações foi mostrado ainda que o tema avaliação de trabalhos passa também por entender como o aluno pesquisou, pensou o trabalho e o desenvolveu, para além de uma simples nota numérica. Quem vai avaliar projetos de uma feira, mostraram os apresentadores, deve se basear em um conjunto de critérios e métodos para avaliar a qualidade, relevância e execução dos trabalhos.

A função das avaliações é primar pela valorização do processo desenvolvido pelo estudante, ressaltou o especialista Machado, levando em conta o aprendizado, servindo de uma retroalimentação do processo científico e com isso estimular novas investigações. “Tudo isso dá aos alunos a oportunidade de serem melhores investigadores e mais autônomos”, indica o professor.
Outra conclusão importante trazida das experiências dos palestrantes em Feiras é a importância de afastar a cultura de punições, com retirada de notas de trabalhos. “O foco é contribuir para a formação do estudante, não prejudicá-lo e fazer com que se sinta incapaz”, segundo alertou Ana Paula. E disse mais: “Sabemos que o processo avaliativo pode ter falhas, já que é feito por humanos e cada pessoa tem seu jeito de avaliar as situações. Por isso a importância de critérios e procedimentos bem definidos também para avaliadores, desde o início do processo da Feira”, pondera a avaliadora.
As Feiras estão crescendo e o aspecto do controle e organização das avaliações em formato digital foi ressaltado na apresentação. “Em feiras como a FECCI (2025), foram 100 avaliadores circulando pelo evento e conversando com os alunos. Para que nenhuma informação se perca e o processo de apuração seja agilizado, contar com formulários eletrônicos e planilhas foi essencial para esse sucesso”, conta Ana Paula.
Para a professora da UEM, “os avaliadores já começam o processo fazendo o check-in eletronicamente e, assim, sabemos quem já começou a avaliar, quem ainda falta, quantos finalizaram, o que traz mais segurança e assegura justiça ao processo”, defende a docente.
Por fim, o fechamento de um processo de avaliação de Feira científica deve contemplar ainda uma organização das notas em forma de cerimônia para que se reconheça o trabalho realizado, seja com classificação competitiva, seja com menção honrosa a temas que se destacaram. “A importância está em dar visibilidade e homenagear, perante os presentes, quem ajudou, se empenhou, e que tudo isso represente um momento de celebração da divulgação da ciência”, conclui o avaliador Machado.
Durante todo o mês de abril, as escolas da Educação Básica e Técnica do Paraná, públicas e privadas, poderão fazer parte da Rede de Feiras Afiliadas à Feira de Cultura Científica (FECCI) do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) Paraná Faz Ciência. O Edital 001/FECCI-2026 vigente estabelece normas, critérios e prazos para o credenciamento de feiras de ciências e mostras científicas escolares, municipais, regionais e estaduais, à FECCI, possibilitando a essas instituições a indicação de projetos científicos para avaliação e eventual participação na FECCI 2026.
O objetivo da Rede de Afiliadas à FECCI é fortalecer a cultura científica, promover a articulação entre feiras municipais, regionais e estaduais do Paraná e incentivar a pesquisa, a investigação científica e a inovação pedagógica. A iniciativa do NAPI Paraná Faz Ciência também visa alinhar práticas avaliativas e éticas aos padrões nacionais e internacionais de feiras científicas.
Poderão participar da Rede as instituições de ensino que realizaram evento científico no ano de 2025 ou até final de abril de 2026, , atendendo integralmente os critérios estabelecidos no edital e para ser oficialmente credenciado pela FECCI. Também será possível indicar trabalhos de pesquisa científica, tecnológica ou investigativa selecionados por uma feira ou mostra afiliada para submissão à FECCI 2026. A Comissão Científica (CC‑FECCI será responsável pela análise técnico‑científica, ética e de segurança dos projetos indicados.

A pós-doutoranda e bolsista do Napi Paraná Faz Ciência, Dayanne Dalila Cajueiro, destaca que a afiliação à Rede de Feiras da FECCI é o primeiro passo para garantir a participação no evento, que já tem data marcada: de 4 a 6 de novembro, em Curitiba. “As expectativas são excelentes, diante do interesse de professores e gestores escolares pela consolidação da uma rede estadual de feiras e mostra de ciências, para oferecer aos alunos uma experiência prática com a pesquisa e o método e pensamento científicos”, enfatiza Dayanne.
O credenciamento e as inscrições de projetos para a FECCI 2026 vão de 1º a 30 de abril, com preenchimento do formulário on-line.
Em outra frente, oNAPI Paraná Faz Ciência promove um primeiro curso de formação para professores, graduandos e pós-graduandos e gestores de escolas públicas e privadas sobre a realização de feiras de ciências. Foram selecionados 100 participantes para o curso on-line, sendo a maioria do Paraná, mas também de outros estados.
O curso tem parceria com a Secretaria de Estado da Educação (SEED/PR) e cria a oportunidade para compartilhamento de informações sobre como organizar feiras de ciências em suas instituições de Ensino Básico, além de estimular e apoiar participações em feiras e mostras de ciências. Somando-se ao objetivo da iniciativa, a divulgação e popularização da ciência será o tema central dos encontros, no total de quatro até 9 de abril, sempre às quinta-feiras, das 18 às 21 horas.
Na próxima quinta-feira, 02, os temas abordados no terceiro eixo são: Educação científica, alfabetização científica e iniciação científica escolar, com as professoras doutoras Dayanne Cajueiro e Michelle Mendes; Organização, gestão, acessibilidade e sustentabilidade de feira de ciências, com o professor doutor Felipe de Azevedo.
Cerca de 15 integrantes do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação – NAPI Paraná Faz Ciência se reuniram nesta terça-feira (17), para a primeira discussão sobre a organização da II Feira de Cultura Científica (FECCI). O evento está marcado para ocorrer no início de novembro, em Curitiba.
Segundo um dos articuladores do NAPI Paraná Faz Ciência, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Rodrigo Arantes Reis, a grande proposta da Feira, em 2026, será a ampliação do número de projetos apresentados.
“Ano passado, foram 380. Em 2026, a ideia é reunir 700 trabalhos. Estamos organizando, inclusive, um programa, o “Feiras Afiliadas”, e pensando em um rodízio para os projetos Kids. Essas não são só nossas expectativas, mas dos nossos parceiros, a Fundação Araucária e a Secretaria de Educação [SEED]”, explica Reis.

O programa “Feiras Afiliadas” será lançado quinta-feira, dia 19 de março, durante a primeira aula do Cursos de Formação em Feiras de Ciências, outra ação do NAPI. A iniciativa quer contribuir para a construção de uma rede estadual com a participação, inclusive, da Feira do Sesi, e, no futuro, garantir a afiliação da FECCI a feiras nacionais como a Mostratec.
O calendário da FECCI está em fase aprovação e será divulgado em breve. A previsão é que a submissão de projetos comece em maio e, em setembro, já se tenha a publicação da lista final confirmada, para que haja tempo hábil para o planejamento logístico.
A equipe do NAPI, alocada em Curitiba, vai liderar a organização da infraestrutura. O grupo de Maringá coordenará as ações do comitê científico e da logística.
“Estamos dando os primeiros passos para essa segunda edição da FECCI. Nossa expectativa é um evento de maior sucesso do que o de 2025. A partir de agora, acompanhem nossas redes sociais para saber mais detalhes da Feira”, anunciou a articuladora do NAPI Paraná Faz Ciência, a professora da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Débora Sant’ Ana.
Milhares de pessoas participaram da Feira de Cultura Científica (FECCI), promovida em novembro desse ano. Agora, é hora de avaliar o evento. A ideia é que essas informações sejam usadas para que ele se torne ainda melhor, em 2026.
Para isso, pedimos a contribuição de todos aqueles que participaram da organização e das atividades da FECCI. É essencial conhecer a opinião de professores, articuladores, orientadores, pós-doutorandos, bolsistas BTNS e demais integrantes da gestão.
O instrumento para levantar essas informações é um formulário que está disponível no site da FECCI (fecci.net.br).
A pesquisa é dirigida apenas a professores e parceiros do NAPI Paraná Faz Ciência, estudantes não devem responder!
O articulador do NAPI Paraná Faz Ciência e coordenador da feira, Rodrigo Reis, lembra que “todo evento, apesar do sucesso, pode ser melhor. E é isso que essas informações coletadas vão permitir, em 2026.”
Já a outra articuladora do NAPI e também coordenadora da FECCI, Débora Sant’Ana, lembra que esse processo avaliativo é uma parte importante de todas as ações desenvolvidas pelo NAPI. “Especialmente, a FECCI, uma das maiores iniciativas do Arranjo. Contribuam!”
A Feira de Cultura Científica Paraná Faz Ciência 2025 teve o encerramento que um grande evento científico brasileiro merece. Entre sorrisos e lágrimas, 90 projetos foram premiados em uma festa emocionante. Cada trabalho vencedor recebeu equipamentos eletrônicos e kit multimídia para potencializar a cultura e a produção do conhecimento científico e tecnológico, além de estimular o compromisso dos jovens com a ciência desenvolvida para transformar a vida das pessoas e da sociedade.
Uma das grandes emoções da premiação veio com o anúncio dos três primeiros projetos vencedores da escolha do público, após votação pela internet, que totalizou 277.500 votos. As mestres de cerimônia foram as professoras Universidade Estadual de Maringá (UEM), Débora de Melo Sant’Ana, articuladora do NAPI Paraná Faz Ciência (NAPI PRFC), e Ana Paula Vidotti, coordenadora do Projeto Muditinetante do Museu Dinâmico Interdisciplinar (Mudi/UEM), que agitaram as centenas de pessoas que esperavam os resultados no último dia do evento.
“A sessão de premiação é uma etapa importante, mas é fundamental enfatizar que todos são vencedores, pois passaram pela primeira fase, altamente concorrida, e pela avaliação de especialistas. Por isso, todos vocês são vencedores”, afirmou a professora Débora, no início da solenidade, que provocou: “Quem quer vir ano que vem?”
Vale destacar os primeiros lugares na votação on-line, que recebeu a validação dos internautas. Na categoria Kids, o projeto ‘Ipês e a cidade de Maringá: como o solo sustenta a beleza e a vida urbana’, da Escola Lega Montessori, de Maringá, recebeu 1.490 votos e teve orientação da professora Fernanda do Nascimento Poncetti de Freitas.

Já na categoria Júnior, o projeto ‘Compostagem e Horta’, desenvolvido no Colégio Estadual Barão do Rio Branco, de Assaí, foi o vencedor com 17.305 votos e teve a orientação da professora Aparecida Cândida Duarte.

Com 16.500 votos, o vencedor na categoria Jovem foi o projeto ‘Tenda Cultura Viva – Segredos Escondidos’, orientado pela professora Oslaine Barrim Batista do Colégio Estadual Professora Hilda Trautwein Kamal, de Umuarama.

Além da escolha do público, os projetos das categorias Júnior e Jovem foram avaliados para se chegar aos três primeiros colocados nas seguintes áreas: Ciências Exatas, Ciências Humanas, Ciências da Saúde, Ciências Biológicas, Ciências Agrárias, Ciências Sociais Aplicadas, Inovação e Tecnológica & Robótica. Houve ainda uma categoria especial, Década dos Oceanos, que premiou os três melhores avaliados.
Para conhecer todos os vendedores da FECCI 2025, basta acessar o site do evento e conferir os detalhes dos projetos.
A FECCI é um evento anual promovido pelo NAPI Paraná Faz Ciência (PRFC), em parceria com o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI); as secretarias estaduais de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Educação (SEED) e da Fundação Araucária; e a Prefeitura de Curitiba, que apoiaram esta edição e já se comprometeram a viabilizar a segunda, ano que vem.

Voltado a estudantes e professores da Educação Básica do Paraná com idades a partir de 6 anos, a feira visa também atrair visitantes que gostam de ciência e inovação. Nesta primeira edição, o espaço recebeu mais de 15 mil visitantes que foram conferir as pesquisas de 1.500 estudantes e professores, parte ligada a clubes de ciências paranaenses. Foram expostos 381 de trabalhos.
Durante três dias, 220 escolas públicas estaduais, localizadas em 90 cidades paranaenses, estiveram na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campus Neoville, em Curitiba, para apresentar seus trabalhos de pesquisa e seus novos talentos.
Do total de projetos participantes, 298 corresponderam a projetos e trabalhos enviados pelos clubistas da Rede de Clubes Paraná Faz Ciências, coordenada pelo NAPI Paraná Faz Ciência, criador e organizador da Feira. Destes, 64 estiveram entre os três premiados de cada categoria e área do conhecimento. A Rede é resultado dos investimentos do governo do Paraná para financiar a participação de alunos e professores e do trabalho da equipe de todas as Instituições de Ensino Superior (IES).
O articulador do NAPI PRFC e professor da Universidade Federal do Paraná, Rodrigo Arantes Reis, destacou a importância do evento científico que reúne, num único espaço, estudantes, professores, parceiros e gestores públicos. “A FECCI começa muito grande e o nosso desafio, agora, é fazer, em 2026, um evento ainda maior e mais abrangente, sempre com o intuíto de popularizar e divulgar a ciência junto aos jovens e à sociedade”, afirmou.

Os classificados em primeiro, segundo e terceiro lugares de cada uma das áreas foram contemplados com filmadoras de última geração, impressora 3D, tablets, celulares, caixas de som, fones de ouvido e kits para ajudar nas pesquisas e divulgação científica das pesquisas. Todos os ítens foram doados pela 9° Regional da Receita Federal para o Paraná e Santa Catarina, parceira do NAPI Paraná Faz Ciência.
Durante a premiação, o representante da Receita Federal no Paraná, Roque Luiz Wandenkolk, hipotecou seu apoio e parceria com o NAPI Paraná Faz Ciência para a próxima edição. “Aqui nós estamos presenciando a transformação destes produtos que entraram por meio ilícito no país e que agora estão impulsionando e incentivam jovens cientistas por meio da Educação”, ressaltou o representante do superintende regional da Receita Federal do Brasil na 9ª Região Fiscal, Fábio Eduardo Boschi.
Outro parceiro da FECCI 2025 foi a empresa Slim 3D que, além de imprimir os troféus e medalhas entregue aos premiados, também contribuiu com impressoras 3D para a premiação.
A primeira edição da Feira de Cultura Científica Paraná Faz Ciência (FECCI 2025) começou nesta terça-feira, 4, com potencial de se transformar, já em 2026, na maior feira de ciências do Brasil realizada para estudantes da Educação Básica. A proposta é ampliar o investimento no desenvolvimento da cultura científica no Estado, que irá oportunizar o surgimento de uma nova geração de jovens pesquisadores no Paraná e, consequentemente, servir de modelo para o Brasil, por meio da Rede de Clubes Paraná Faz Ciência.
Na abertura do evento científico, gestores e parceiros dos governos federal, do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI); e estadual, das secretarias de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Educação (SEED) e da Fundação Araucária; e Municipal, com a parceria da Prefeitura de Curitiba, hipotecaram apoio incondicional para a ampliação dos investimentos para a segunda edição da FECCI.
“O futuro da ciência é aqui e agora”, afirmou a diretora de Popularização da Ciência, Tecnologia e Educação Científica do MCTI, Juana Nunes, entusiasmada com a parceria entre várias esferas públicas em torno de um único objetivo, que é consolidar a cultura científica entre os jovens. “Vamos unir forças para que os jovens possam, cada vez mais, se interessar por ciência, desenvolver o Paraná e ajudar o país a conquistar a soberania em termos de tecnologia e inovação”.

Com 1.500 estudantes e professores ligados a clubes de ciências paranaenses expondo trabalhos em 381 estandes, a FECCI acontece na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campus Neoville, em Curitiba. São 8 mil metros quadrados de área reservada para a exposição de projetos científicos de 220 escolas, sendo 206 escolas públicas estaduais, localizadas em 90 cidades paranaenses. Ao todo, são 234 professores orientadores e 138 coorientadores, que terão seus trabalhos apresentados a 87 avaliadores.
Do total de projetos selecionados, 298 correspondem a projetos e trabalhos enviados pelos clubistas da Rede de Clubes Paraná Faz Ciências, coordenada pelo NAPI Paraná Faz Ciência, criador e organizador da Feira. A Rede é resultado dos investimentos do governo do Paraná para financiar a participação de alunos e professores e do trabalho da equipe de todas as Instituições de Ensino Superior (IES).
O presidente da Fundação Araucária, professor Ramiro Wahrhaftig, aproveitou o evento para, segundo ele, fazer uma provocação. “A FECCI já nasce grande, mas vamos trabalhar para que ano que vem ela seja ainda maior, para 1.000 projetos, com toda infraestrutura e logística para que mais estudantes possam participar”.

O coordenador de Políticas Públicas e Estratégias de Ciência e Tecnologia da Seti, Ivan Carlos Vicentin, representando o secretário Aldo Nelson Bona, fez questão de salientar que a FECCI é um evento primordial para determinar o futuro de uma criança. “Quando eu tinha 10 anos, morava num sítio em Arapongas e uma feira de ciência marcou a minha vida, despertando a minha curiosidade para sempre. Hoje, sou professor da UTFPR, cedido ao Estado. Tenho absoluta certeza de que esse momento será lembrado por vocês por muito tempo, como para mim”, relembrou Vicentin.
Já o reitor da UTFPR e anfitrião da FECCI, Everton Lozano, enfatizou a relevância deste encontro de jovens pesquisadores. “No futuro, vocês serão nossos alunos e estarão produzindo ciência e conhecimento nos campi das nossas universidades”.
“É um privilégio grande estar aqui na FECCI, já que eu me sinto padrinho. Estive em Portugal conhecendo o projeto Ciência Viva e me encantei com a proposta de fomentar a cultura científica. Hoje somos parceiros do NAPI Paraná Faz Ciência”, disse o diretor de Educação da Secretaria de Estado da Educação do Paraná, Anderfabio Oliveira dos Santos, representando o secretário da SEED, Roni Miranda”.
A diretora de Ensino Fundamental da Prefeitura de Curitiba, Sandra Mara Piotto, esteve na solenidade representando o prefeito Eduardo Pimentel e ressaltou que a participação das escolas municipais irá repercutir durante toda a vida dos estudantes. “Que esse seja o início de um percurso de muito brilho e de muita realização ao longo da vida!”.
Ao final, os melhores classificados receberão prêmios que foram doados pela 9° Regional da Receita Federal para o Paraná e Santa Catarina, totalizando 400 ítens. “A Receita Federal se orgulha muito em participar deste evento, contribuindo para despertar esses talentos que trarão o tão desejado desenvolvimento científico para a nossa sociedade”, destacou Jorge Luiz Moreira da Silva, que representou o superintendente do órgão, Fábio Eduardo Boschi.

A FECCI é voltada a estudantes e professores da Educação Básica do Paraná com idades a partir de 6 anos, além de visitantes que gostam de ciência e inovação. O objetivo é potencializar a cultura e a produção do conhecimento científico e tecnológico. As equipes participantes estão divididas em três categorias: FECCI Kids, que abrange os alunos do 4º e 5º anos do Ensino Fundamental I; FECCI Júnior, para alunos do Fundamental II; e FECCI Jovem, acolhendo alunos do Ensino Médio, Técnico e Ensino de Jovens e Adultos (EJA).
O coordenador da feira e articulador do NAPI PRFC, Rodrigo Reis, agradeceu o apoio dos parceiros e fez questão de enfatizar o movimento de articulação junto às escolas e, especificamente, à Rede de Clubes Paraná Faz Ciência para ampliar a participação na Feira. “A FECCI é um reflexo direto do impacto do NAPI no Paraná inteiro, com mais de 300 clubes de ciências em apenas um ano de vigência da Rede”. Ainda do NAPI PRFC, participou da solenidade a professora Débora de Mello Sant’Ana, também articuladora e organizadora da FECCI.
Para mais informações sobre a Feira de Cultura Científica 2025, acesse o site do evento no Paraná Faz Ciência e as redes sociais @fecci_prfc.
FECCI – Feira de Cultura Científica Paraná Faz Ciência
De 4 a 6 de novembro de 2025
Horário de funcionamento: 9h às 17h
Local: UTFPR – Campus Neoville – Cidade Industrial de Curitiba (CIC) – Rua Pedro Gusso, 2601, em Curitiba.
Observação:
Entrada gratuita e aberta à comunidade em geral
Com 1.500 estudantes e professores ligados a clubes de ciências paranaenses expondo trabalhos em 381 estandes, a primeira edição da Feira de Cultura Científica Paraná Faz Ciência (FECCI) será realizada de 4 a 6 de novembro, na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campus Neoville, em Curitiba. São 8 mil metros quadrados de área reservada para o que promete ser um dos maiores eventos anuais realizados pelo Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação – NAPI Paraná Faz Ciência.
A FECCI é voltada a estudantes e professores da Educação Básica do Paraná com idades a partir de 6 anos, além de visitantes que gostam de ciência e inovação. O objetivo é potencializar a cultura e a produção do conhecimento científico e tecnológico. As equipes participantes estão divididas em três categorias: FECCI Kids, que abrange os alunos do 4º e 5º anos do Ensino Fundamental I; FECCI Júnior, para alunos do Fundamental II; e FECCI Jovem, acolhendo alunos do Ensino Médio, Técnico e Ensino de Jovens e Adultos (EJA).
A Feira está sendo organizada desde julho, quando começaram as inscrições, que passaram de mil. Deste total, 381 trabalhos foram selecionados por uma grande equipe de diferentes instituições e esferas públicas, com o objetivo de unir esforços na divulgação e popularização da ciência no estado.
Em Almirante Tamandaré, no Lattes Clube, por exemplo, estudantes do Ensino Médio, da Escola Estadual Floripa Teixeira de Faria, desenvolvem pesquisas que vão da produção de bebidas fermentadas no estilo refrigerante à clonagem de plantas. “A gente criou um laço muito grande e quer ver o resultado crescer junto com a gente. Que dê novos clones”, diz Luiza Mariane de Souza, 16 anos, ao falar sobre o cuidado com a planta batizada de Felipe, em homenagem ao professor coordenador do clube.

A importância da FECCI para a iniciação científica nas escolas do Paraná se reflete no impulso que o evento pretende dar às iniciativas de trabalhos científicos na Educação Básica do Estado.
“Queremos ter na FECCI algo como temos nos congressos do ensino superior, com apresentação de trabalhos. No nível da Educação Básica temos as feiras de ciências, que são também formas de avaliação desse trabalho desenvolvido na iniciação científica”, afirma a articuladora do NAPI Paraná Faz Ciência e membro da coordenação da FECCI, Débora de Mello Sant’Ana.

Desde a preparação para a Feira, os alunos já começam a aprender inúmeros aspectos da metodologia da pesquisa científica. “Tudo isso aliado à vivência nos dias da Feira em si se transformam num treinamento científico muito importante para formação desses estudantes”, destaca a articuladora.
O articulador do NAPI PRFC, Rodrigo Reis, faz questão de enfatizar o movimento de articulação junto às escolas e, especificamente, à Rede de Clubes Paraná Faz Ciência para ampliar a participação na Feira: “É uma responsabilidade enorme o movimento que a gente está fazendo, trazendo estudantes e professores do Paraná inteiro, principalmente aqueles vinculados aos Clubes de Ciências. Vamos receber no campus da UTFPR quase duas mil pessoas, o que gera uma expectativa gigantesca para que o evento seja o maior sucesso possível”.
Do total de projetos selecionados, 298 correspondem a projetos e trabalhos enviados pelos clubistas da Rede de Clubes Paraná Faz Ciências, coordenada pelo NAPI Paraná Faz Ciência. A Rede é resultado dos investimentos do governo do Paraná para financiar a participação de alunos e professores e do trabalho da equipe de todas as Instituições de Ensino Superior (IES).
Com o fomento da Fundação Araucária e apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, o evento conta ainda com o apoio da Secretaria de Educação do Paraná, da Prefeitura de Curitiba e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do Programa POP Ciência e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
A equipe de Arte vinculada à Universidade Estadual de Maringá (UEM), parte da Comunicação do NAPI PRFC, foi responsável por toda a identidade visual da FECCI, proposta pelo comunicólogo Lucas Higashi. Outra integrante do grupo, Any Veronezi, se encarregou da criação das mascotes Luna e Cosmos.

A bióloga e coordenadora de Infraestrutura da FECCI, Juliana Ferrari, acredita que o evento será incrível. Ela explica que haverá um grande espaço para os 381 estandes dos projetos das escolas; um segundo com expositores e um palco; um terceiro com mais expositores, uma grande área para o Parque da Ciência Newton Freire Maia e uma área de refeição exclusiva para as crianças que estarão apresentando trabalho; além da Doca, onde estarão estacionados os veículos de ciência móvel: Zikabus, MarBrasil e Carreta da Polícia Científica. O Museu Dinâmico Interdisciplinar (Mudi/UEM) também participa da FECCI com a exposição Corpo Humano, do projeto Muditinerante.
De acordo com Leilane Schwind, também integrante da comissão organizadora, “a adesão de clubes de ciências de todas as regiões do estado corresponde a essa visão dos professores, alunos e escolas da importância da divulgação dos projetos produzidos pelos alunos como forma de estimular a valorização do conhecimento científico”.
Os trabalhos apresentados concorrem a prêmios. São produtos apreendidos, que foram doados pela Receita Federal. O professor Rodrigo Reis registra que é um lote de R$ 350 mil, com eletrônicos e outros gadgets que vão ser entregues aos primeiros lugares das categorias participantes da FECCI.
FECCI – Feira de Cultura Científica Paraná Faz Ciência
De 4 a 6 de novembro de 2025
Horário de funcionamento: 9h às 17h
Local: UTFPR – Campus Neoville – Cidade Industrial de Curitiba (CIC) – Rua Pedro Gusso, 2601, em Curitiba.
Observação:
Entrada gratuita e aberta à comunidade em geral
Texto com contribuição de Chananda Buss e Mari Martins
Por unanimidade a comissão organizadora da Feira de Cultura Científica Paraná Faz Ciência (FECCI) escolheu os mascotes desenvolvidos pela equipe de comunicação do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação – NAPI Paraná Faz Ciência. Any Caroliny Veronezi, formada em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), foi a ilustradora responsável pela criação de Luna e Cosmos.
Os desenhos compõem a identidade visual da FECCI, que ocorre entre os dias 4 a 6 de novembro, na Universidade Tecnológica Federal do Paraná, em Curitiba. O objetivo do evento é abrir um espaço para a exposição de projetos desenvolvidos por estudantes e professores da Rede de Clubes Paraná Faz Ciência e da Educação Básica.
A ideia de ter um personagem para a FECCI foi uma decisão consensual e necessária para o evento. Conforme explica a coordenadora de comunicação do NAPI, Ana Paula Machado Velho, os mascotes geram identificação e humanizam a feira. “O objetivo é criar um interlocutor com nosso público de uma maneira menos formal e que conquiste a emoção dos estudantes que estarão nestes dias em que vamos festejar a ciência”, expõe Ana.
Em um primeiro momento, a intenção era desenvolver apenas um desenho. Mas os dois personagens cativaram os gestores do NAPI, que entenderam que uma dupla daria mais pluralidade para o evento. Assim nasceu Luna e Cosmos. Ambos idealizados a partir de elementos relacionados à astronomia, que fazem parte da identidade visual da FECCI.
De acordo com Any, Luna recebeu este nome a partir do elemento ‘Lua’ e Cosmos remetendo ao universo. A paleta de cores escolhida para a dupla segue a mesma tabela proposta pela FECCI: azul, bege, laranja e vermelho. Por serem cores vibrantes, remetem o entusiasmo e a alegria que os dias de evento pretendem ser para os jovens.
Alguns detalhes também chamam a atenção, como o capelo de formatura na cabeça de Luna, que remete aos estudantes. “Os personagens também precisam criar uma associação com a educação e este elemento, por exemplo, remete ao contexto educacional que eles estão vivendo”, afirma a ilustradora.
O vínculo com a forma geométrica do círculo também é outra presença marcante nos desenhos. A artista visual Any destaca que os personagens são arredondados para sugerir proximidade e conforto, além de se associarem com a identidade do evento. Entre as particularidades, na roupa de astronauta do personagem Cosmos é possível notar este elemento.
Em geral, a ilustradora explica que ambos mascotes são curiosos, exploradores, animados e divertidos. Basta olhar para as expressões de cada um: seja com a lupa nos olhos, uma piscada, sorriso grande e bochechas vermelhas. “Todos estes componentes formam os personagens que remetem o sentimento dos jovens cientistas do Paraná”, conclui Any.
No dia 1o de setembro, segunda-feira, a Feira de Cultura Científica (FECCI) encerrou o período de inscrições e submissão de trabalhos. Ao todo, 1.155 estudantes e professores se inscreveram e 484 projetos foram submetidos. Agora, os trabalhos passam pela etapa de avaliação, conduzida por uma equipe formada por mais de 100 pessoas ligadas à Academia, em diferentes áreas.
As submissões foram feitas em três categorias: Kids, que teve 34 trabalhos enviados; Junior, com 180; e Jovem, que recebeu 270 projetos. Até dia 8 de setembro, os avaliadores serão responsáveis por analisar cada proposta, garantindo que o processo seja justo e valorizando o esforço dos estudantes e professores.
Segundo a integrante da comissão organizadora da Fecci, Leilane Schwind, o processo de inscrição foi tranquilo e com número de envio de trabalhos que superou as expectativas da equipe. Ela destaca que os projetos abrangem temáticas diversas, como Ciências Exatas, Humanas, Ciências da Saúde, Ciências Biológicas e Agrárias, Ciências Sociais Aplicadas e Inovação Tecnológica & Robótica.

Para Leilane, a expectativa é de que a Fecci se torne um marco na educação básica do Paraná, funcionando como uma verdadeira vitrine para a produção científica de escolas públicas e privadas do estado. Além disso, “o evento fortalece a pesquisa científica desenvolvida pelos alunos clubistas da Rede de Clubes de Ciência, do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação – NAPI Paraná Faz Ciência”, esclarece.
A organização também vem concentrando esforços na logística e nos preparativos científicos para receber estudantes e professores, no mês de novembro. A Feira de Cultura Científica – FECCI ocorre entre os dias 4 e 6 de novembro, na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Sede Neoville, em Curitiba. 400 projetos serão apresentados durante o evento.A Feira é organizada pelo NAPI Paraná Faz Ciência com apoio da Secretaria de Educação do Paraná, a Prefeitura de Curitiba e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do Programa POP Ciência e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Começam, segunda-feira, dia em 28 julho, as inscrições para a Feira de Cultura Científica Paraná Faz Ciência – a FECCI, promovida pelo Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação – NAPI Paraná Faz Ciência. De 4 a 6 de novembro, o evento vai reunir na capital do estado iniciativas dos clubes de ciência que integram o projeto Rede de Clubes Paraná Faz Ciência, além dos ‘Clubes Makers’ e da Rede de Clubes ‘Meninas na Ciência’. Também podem participar da exposição trabalhos de estudantes da rede privada e públicas em geral, da região de Curitiba.
São 400 vagas disponíveis para as equipes, que devem ser formadas por até três estudantes, um professor orientador e, se houver, um coorientador. Esse total de vagas será dividido entre três categorias. A FECCI Kids, para estudantes do Ensino Fundamental I, de 4º e 5º anos; FECCI Junior, destinada aos estudantes do Ensino Fundamental II; e a FECCI Jovem, para estudantes do Ensino Médio, Educação Profissional Técnica de Nível Médio e Educação de Jovens e Adultos.
Os alunos e professores da rede pública e privada têm até o dia 29 de agosto para inscreverem seus projetos e, se aprovados, vão apresentá-los na Feira, em novembro, no campus da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) da Cidade Industrial, em Curitiba.
Em 27 de julho, será disponibilizado o Edital com o regulamento geral do evento, contendo informações sobre o padrão para projetos a serem submetidos, a definição das categorias e demais informações, como número de vagas, as fases de avaliação e cronograma do evento. O acesso será pelo site do evento https://fecci.net.br/ .

A importância da FECCI no âmbito da iniciação científica das escolas do Paraná se reflete no impulso que o evento pretende dar às iniciativas de trabalhos científicos na Educação Básica do estado. O objetivo é fazer com que a FECCI seja um evento anual, recorrente e itinerante, envolvendo alunos e professores para multiplicarem a cultura científica e o uso de tecnologias desde o âmbito escolar no Paraná.
“Queremos ter na FECCI algo como temos nos congressos do ensino superior, com apresentação de trabalhos. No nível da Educação Básica temos as feiras de ciências, que são também formas de avaliação desse trabalho desenvolvido na iniciação científica. Desde o preparo para a Feira, os alunos já começam a aprender: Eles vão precisar apresentar seus trabalhos, escrever um texto, respeitar as normas do evento, preparar um resumo, depois ainda construir o banner, pensar na apresentação, em como falar, enfim, muitos detalhes! Tudo isso aliado à vivência nos dias da Feira em si se transformam num treinamento científico muito importante para formação desses estudantes”, explica a articuladora do NAPI Paraná Faz Ciência e membro da coordenação da FECCI, Débora de Mello Sant’Ana.
O professor Rodrigo Reis, que também coordena a FECCI e articula o NAPI junto da professora Débora, disse que “está muito feliz e ansioso com a possibilidade de construir esse evento de divulgação científica, em que a gente quer trazer vários parceiros do Paraná Faz Ciência para essa relação muito próxima, muito forte, com a Educação Básica, com a Secretaria de Educação e, principalmente, com os nossos clubes de ciência. Mas não só isso. A ideia é trazer também, no futuro, outros projetos de pesquisa de estudantes, não somente os vinculados aos Clubes de Ciência”, complementa.
A FECCI será realizada pelo NAPI Paraná Faz Ciência, com apoio da Fundação Araucária, da Secretaria de Estado de Educação (SEED) e da Secretaria de Estado Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI).
FECCI – Feira de Cultura Científica Paraná Faz Ciência
De 4 a 6 de novembro de 2025
Local: UTFPR (Campus Cidade Industrial de Curitiba) – Rua Pedro Gusso, 2601, em Curitiba.
Inscrição e submissão dos trabalhos: 28 julho a 29 agosto de 2025 Site: https://fecci.net.br/