Milhares de pessoas participaram da Feira de Cultura Científica (FECCI), promovida em novembro desse ano. Agora, é hora de avaliar o evento. A ideia é que essas informações sejam usadas para que ele se torne ainda melhor, em 2026. 

Para isso, pedimos a contribuição de todos aqueles que participaram da organização e das atividades da FECCI. É essencial conhecer a opinião de professores, articuladores, orientadores, pós-doutorandos, bolsistas BTNS e demais integrantes da gestão.

O instrumento para levantar essas informações é um formulário que está disponível no site da FECCI (fecci.net.br)

A pesquisa é dirigida apenas a professores e parceiros do NAPI Paraná Faz Ciência, estudantes não devem responder! 

O articulador do NAPI Paraná Faz Ciência e coordenador da feira, Rodrigo Reis, lembra que “todo evento, apesar do sucesso, pode ser melhor. E é isso que essas informações coletadas vão permitir, em 2026.”

Já a outra articuladora do NAPI e também coordenadora da FECCI, Débora Sant’Ana, lembra que esse processo avaliativo é uma parte importante de todas as ações desenvolvidas pelo NAPI. “Especialmente, a FECCI, uma das maiores iniciativas do Arranjo. Contribuam!”

Por unanimidade a comissão organizadora da Feira de Cultura Científica Paraná Faz Ciência (FECCI) escolheu os mascotes desenvolvidos pela equipe de comunicação do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação – NAPI Paraná Faz Ciência. Any Caroliny Veronezi, formada em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), foi a ilustradora responsável pela criação de Luna e Cosmos.

Os desenhos compõem a identidade visual da FECCI, que ocorre entre os dias 4 a 6 de novembro, na Universidade Tecnológica Federal do Paraná, em Curitiba. O objetivo do evento é abrir um espaço para a exposição de projetos desenvolvidos por estudantes e professores da Rede de Clubes Paraná Faz Ciência e da Educação Básica. 

Mas afinal, quem são Luna e Cosmos?

A ideia de ter um personagem para a FECCI foi uma decisão consensual e necessária para o evento. Conforme explica a coordenadora de comunicação do NAPI, Ana Paula Machado Velho, os mascotes geram identificação e humanizam a feira. “O objetivo é criar um interlocutor com nosso público de uma maneira menos formal e que conquiste a emoção dos estudantes que estarão nestes dias em que vamos festejar a ciência”, expõe Ana.

Em um primeiro momento, a intenção era desenvolver apenas um desenho. Mas os dois personagens cativaram os gestores do NAPI, que entenderam que uma dupla daria mais pluralidade para o evento. Assim nasceu Luna e Cosmos. Ambos idealizados a partir de elementos relacionados à astronomia, que fazem parte da identidade visual da FECCI. 

De acordo com Any, Luna recebeu este nome a partir do elemento ‘Lua’ e Cosmos remetendo ao universo. A paleta de cores escolhida para a dupla segue a mesma tabela proposta pela FECCI: azul, bege, laranja e vermelho. Por serem cores vibrantes, remetem o entusiasmo e a alegria que os dias de evento pretendem ser para os jovens.

Alguns detalhes também chamam a atenção, como o capelo de formatura na cabeça de Luna, que remete aos estudantes. “Os personagens também precisam criar uma associação com a educação e este elemento, por exemplo, remete ao contexto educacional que eles estão vivendo”, afirma a ilustradora.

O vínculo com a forma geométrica do círculo também é outra presença marcante nos desenhos. A artista visual Any destaca que os personagens são arredondados para sugerir proximidade e conforto, além de se associarem com a identidade do evento. Entre as particularidades, na roupa de astronauta do personagem Cosmos é possível notar este elemento.

Em geral, a ilustradora explica que ambos mascotes são curiosos, exploradores, animados e divertidos. Basta olhar para as expressões de cada um: seja com a lupa nos olhos, uma piscada, sorriso grande e bochechas vermelhas. “Todos estes componentes formam os personagens que remetem o sentimento dos jovens cientistas do Paraná”, conclui Any.

No dia 1o de setembro, segunda-feira, a Feira de Cultura Científica (FECCI) encerrou o período de inscrições e submissão de trabalhos. Ao todo, 1.155 estudantes e professores se inscreveram e 484 projetos foram submetidos. Agora, os trabalhos passam pela etapa de avaliação, conduzida por uma equipe formada por mais de 100 pessoas ligadas à Academia, em diferentes áreas.

As submissões foram feitas em três categorias: Kids, que teve 34 trabalhos enviados; Junior, com 180; e Jovem, que recebeu 270 projetos. Até dia 8 de setembro, os avaliadores serão responsáveis por analisar cada proposta, garantindo que o processo seja justo e valorizando o esforço dos estudantes e professores.

Segundo a integrante da comissão organizadora da Fecci, Leilane Schwind, o processo de inscrição foi tranquilo e com número de envio de trabalhos que superou as expectativas da equipe. Ela destaca que os projetos abrangem temáticas diversas, como Ciências Exatas, Humanas, Ciências da Saúde, Ciências Biológicas e Agrárias, Ciências Sociais Aplicadas e Inovação Tecnológica & Robótica.

Leilane Schwind, integrante da comissão organizadora da FECCI (Foto/Arquivo pessoal)

Para Leilane, a expectativa é de que a Fecci se torne um marco na educação básica do Paraná, funcionando como uma verdadeira vitrine para a produção científica de escolas públicas e privadas do estado. Além disso, “o evento fortalece a pesquisa científica desenvolvida pelos alunos clubistas da Rede de Clubes de Ciência, do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação – NAPI Paraná Faz Ciência”, esclarece. 

Preparativos

A organização também vem concentrando esforços na logística e nos preparativos científicos para receber estudantes e professores, no mês de novembro. A Feira de Cultura Científica – FECCI ocorre entre os dias 4 e 6 de novembro, na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Sede Neoville, em Curitiba. 400 projetos serão apresentados durante o evento.A Feira é organizada pelo NAPI Paraná Faz Ciência com apoio da Secretaria de Educação do Paraná, a Prefeitura de Curitiba e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do Programa POP Ciência e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).