De onde vêm os projetos que participam da FECCI 2026? Quais municípios e escolas estão representados e com quais assuntos esses jovens pesquisadores trabalham? Essas e outras informações agora podem ser exploradas em um painel interativo, desenvolvido para apresentar os trabalhos da segunda edição da Feira de Cultura Científica Paraná Faz Ciência, que acontece em breve, de 4 a 6 de novembro em Curitiba.
A ferramenta on-line reúne informações dos projetos em uma única página, com mapas, gráficos e indicadores que permitem diferentes formas de consulta. São 14 filtros que podem ser combinados para pesquisar os trabalhos por categoria, município, escola, rede de ensino, região e área temática, entre outros critérios. Ao selecionar uma informação, os demais dados são atualizados automaticamente, permitindo descobrir, por exemplo, quais temas são mais pesquisados em determinada região ou quantos projetos uma escola levará à feira.
O painel também permite navegar por mapas interativos do Paraná e do Brasil, identificar municípios e escolas com maior participação e visualizar a distância entre as localidades de origem dos projetos e Curitiba. Outra funcionalidade é a busca direta pelo título de um trabalho, com acesso aos detalhes da pesquisa. Os resultados das consultas podem ainda ser compartilhados por meio de links que preservam os filtros selecionados.
Entre os destaques estão os 74 projetos da categoria Kids, para Ensino Fundamental I, (1º ao 5º ano) do vindos de 44 escolas paranaenses, mais os 289 projetos da categoria Júnior, para jovens do Fundamental II (6º ao 9º ano), com 93% dos projetos sendo de escolas públicas paranaenses e um trabalho de Santa Catarina e, fechando a terceira categoria, os 324 projetos da Jovem, distribuídos por 78 municípios do Paraná e 166 escolas, o que representa quase uma média de 2 projetos por escola.

Pelo levantamento disponível na visualização da ferramenta pode-se identificar que meio ambiente e clima lidera o número de trabalhos, com 312 projetos representados, seguido pelo tema sociedade, cultura e educação, com outros 262 projetos. Isso mostra que as investigações dos estudantes são tanto em questões ambientais quanto relativas a problemas sociais e temas do cotidiano da sociedade.
A ideia de reunir essas informações em um painel interativo surgiu da experiência dos pós-doutorandos Bruno Martins Gurgatz e Dhiego Cunha, que atuam há mais de dez anos em feiras de ciências, especialmente, na Feira de Ciências do Litoral do Paraná, promovida pelo LabMóvel, programa de pesquisa e extensão da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Bruno ficou responsável pela compilação dos dados, enquanto Dhiego desenvolveu o painel, com apoio de outros bolsistas de Curitiba e sob a supervisão do professor Rodrigo Reis, também um dos articuladores do NAPI Paraná Faz Ciência. “Sempre percebemos essa demanda por uma boa visualização de dados. Este ano, recebendo esse suporte da equipe em Curitiba e a supervisão do professor Rodrigo Reis, tivemos a oportunidade de construir esse dashboard (painel). Esperamos que tanto os participantes quanto o público externo consigam ter a real dimensão da magnitude que é a FECCI!”, afirma Dhiego.
Para Débora Sant’Ana, uma das articuladoras do NAPI Paraná Faz Ciência e da FECCI, a ferramenta também contribui para dar visibilidade à abrangência do evento. “O painel interativo oportuniza que acompanhemos com detalhes a FECCI, suas características geográficas e tipos de trabalho. É importante para mostrar a grandiosidade deste evento e a representatividade que tem em todo o Paraná”, destaca.
A plataforma oferece uma nova maneira de conhecer a diversidade de pesquisas que chegam à feira, tornando mais acessíveis informações sobre os participantes e suas instituições de origem.
“O Painel foi construído possibilitando uma análise mais aprofundada da FECCI e dos projetos que a compõem. Isso demonstra a abrangência territorial e temática dos projetos. Estamos muito felizes com o resultado e esperamos que ele possa funcionar como uma importante fonte de informações, análise e divulgação dos projetos que participam da FECCI”, explica o professor Rodrigo Reis.
Disponível gratuitamente pela internet, a ferramenta é acessível a todos e pode ser utilizada por estudantes, professores, familiares ou visitantes interessados em conhecer os trabalhos antes de chegar ao evento. O painel está disponível em https://fecci.net.br/painel-dos-projetos-2026/. Acesse para explorar os projetos da FECCI 2026 a partir de diferentes perspectivas.
Mais detalhes sobre a FECCI estão disponíveis no site oficial www.fecci.net.br e pelo Instagram @fecci_prfc .
Após meses de preparação, logística e engajamento de escolas, universidades e parceiros, a Feira de Cultura Científica – FECCI 2026 está na reta final da organização que mobilizará milhares de alunos e professores da Educação Básica do Paraná e outros estados. Será um evento técnico-científico em que toda a comunidade está convidada a participar e conhecer os projetos pensados e executados por alunas e alunas do Fundamental II ao Ensino Médio, os verdadeiros protagonistas.
Realizada pelo Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação – NAPI Paraná Faz Ciência, a FECCI 2026 tem como objetivo central potencializar a produção do conhecimento científico e tecnológico no ecossistema escolar, aliando essa formação à divulgação e à popularização da ciência no Paraná.
Foram 1192 trabalhos inscritos para esta edição, dos quais 687 foram classificados para apresentação na feira. Durante o evento, 162 avaliadores irão definir os projetos para os três primeiros lugares, que receberão prêmios exclusivos. A maioria dos trabalhos foi desenvolvida nos clubes de ciências que integram a Rede de Clubes Paraná Faz Ciência.
Ao todo, serão três dias de apresentações, troca de conhecimento e o desenvolvimento socioemocional dos estudantes, que poderão vivenciar o universo da ciência e acreditar em suas potencialidades. A programação para esta segunda edição está repleta de atrações, para além das descobertas e inovações propostas pelos jovens cientistas, classificados em três categorias: Kids, Junior e Jovens.
Além da mostra e das premiações aos vencedores em cada categoria, demais estudantes, professores, pesquisadores e comunidade visitante terão acesso a uma programação voltada à valorização da produção científica e de outros parceiros, que visam ampliar o conhecimento do público sobre o que se faz de ciência no Paraná.

Serão realizadas dezenas de oficinas temáticas, espetáculos com temas científicos, robótica, planetário, música e muito mais, tudo gratuito para quem for ao campus da UTFPR Neoville, em Curitiba. Haverá ainda o lançamento de dois e-books teóricos organizados pelo Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação – NAPI Paraná Faz Ciência e outro que reúne depoimentos de meninas que fazem parte da Rede de Clubes Paraná Faz Ciência, produzido pela equipe de comunicação da Rede.
Durante a feira, todos podem visitar e conhecer o planetário do Parque da Ciência Newton Freire Maia, o ZikaBus, o Rebimar, a Política Científica e muito mais.

“A FECCI é uma culminância, um momento que representa o esforço do ano todo de alunos e professores, que fazem da feira de ciências uma vitrine para novas ideias”, enfatiza a articuladora da NAPI Paraná Faz Ciência, a professora da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Débora de Mello Sant’Anna.
Para ela, um ponto relevante da FECCI é a certeza de que se está atraindo e preparando jovens cientistas. “Eles já estão no futuro. Estão produzindo e formando a nova geração de cientistas paranaenses, que, daqui a pouco, estarão na Academia buscando soluções para problemas locais e regionais”.
Neste contexto, o articulador do NAPI, o professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Rodrigo Reis, entende que o trabalho desenvolvido pelo NAPI Paraná Faz Ciência está mostrando que havia uma demanda por divulgação do conhecimento produzido no Estado. “Desde o início, houve uma adesão significativa aos projetos e programas de popularização, como os Clubes de Ciências, os Museus Universitários e os eventos como a própria FECCI, Paraná Faz Ciência e outros que ganharam força e relevância”, acrescenta Reis.
Para o articulador, a organização do conhecimento em redes está consolidada e precisa ser continuada. “Demos um passo muito importante para criar uma política pública e investir em divulgação científica, colocando o Paraná e os nossos pesquisadores como referência para outros estados em produção científica e popularização da ciência”, completa.
Como destaque da edição da FECCI 2026, haverá uma Programação Paralela aberta aos participantes e ao público visitante. Já no primeiro dia do evento, quarta-feira, dia 4 de novembro, a partir das 10 horas, ocorre a solenidade de abertura. À tarde, os presentes poderão apreciar a apresentação musical da Cametara UTFPR (14h), formada por alunos e membros da comunidade curitibana em que todas as apresentações possuem um caráter didático, e espetáculo do Mágico Biológico, Giovani Miranda (15h).
Na quinta-feira, 5, está programada a apresentação da Banda Lyra Curitibana (10h), que este ano completa 44 anos de existência e interpreta música erudita, samba, trilhas musicais, mambos, marchas e hinos. À tarde, acontece a apresentação da Deusa Cientista (14h), alter ego de Kananda Eller, que há mais de 4 anos divulga conhecimento científico, valorizando a cultura afro-brasileira e as mulheres nas ciências. Durante o período, as oficinas temáticas estarão acontecendo das 9 às 16 horas, com intervalo de almoço (12h).
Às 16 horas, haverá o lançamento dos três e-books organizados pela Rede de Clubes Paraná Faz Ciência, Fundamentos para a cultura científica na Educação Básica e Práticas e reflexões na Educação Básica, e o das . “Temos pessoas que são referências sobre a formação de clubes de ciências do Paraná e do Brasil. Conseguimos reunir uma multiplicidade enorme de ideias e decidimos, então, fazer dois volumes para levar esse conteúdo ao maior número de pessoas”, explica Jailson Rodrigo Pacheco, um dos organizadores das publicações.

Já na sexta, 6, último dia da FECCI, será apresentada a peça de teatro: “Pingo: uma gotinha rumo ao mar” (10h). Das 14 às 16 horas haverá a cerimônia de encerramento e a premiação dos trabalhos. Vale lembrar, que todos os dias do evento estão disponíveis para visitação parte do acervo do Museu Tecnológico da UTFPR (MUTEC) e a Arena Robótica SESC, com atividades interativas e com apresentando o que há de melhor da ciência produzida no Paraná.
O evento tem fomento da Fundação Araucária e apoio da Secretaria de Ciência Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (Seti), Secretaria de Estado de Educação do Paraná (SEED), SESC/PR , Prefeitura de Curitiba (PMC), 9ª Região Fiscal da Receita Federal (Paraná e Santa Catarina), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e do programa Pop Ciência, do Ministério de Ciência,Tecnologia e Inovação (MCTI) e Governo Federal.
Serviço:
FECCI 2026 – Feira de Cultura Científica
De 4 a 6 de novembro em Curitiba – Paraná
Campus da UTFPR Neoville
R. Pedro Gusso, 2601 – Neoville – Cidade Industrial de Curitiba (CIC)
Com o encerramento das inscrições, no último domingo, 28 de junho, os números de submissões para a Feira de Cultura Científica – FECCI 2026 foram divulgados nesta manhã (29). Ao todo, 1.192 trabalhos foram recebidos no sistema, reunindo as categorias de projetos Kids, Junior e Jovem. A próxima etapa agora é a avaliação dos trabalhos recebidos para compor as 700 vagas disponibilizadas para participantes nesta edição de 2026.
A comissão organizadora da FECCI se manifestou agradecendo a participação de todos os alunos e professores que se empenharam para enviar seus projetos. “Estamos muito satisfeitos de ver o interesse desses estudantes em participar da FECCI. Esperávamos mesmo essa grande adesão, para fortalecer a construção de um espaço dedicado à ciência, à cultura científica e ao protagonismo desses alunos”, comentou um dos articuladores do NAPI Paraná Faz Ciência, Rodrigo Reis.
Entre as três categorias de inscrição, os números foram bastante expressivos. Na categoria Kids, que este ano abrange do Ensino Fundamental 1º ao 5º anos, foram 74 trabalhos enviados. Na categoria Júnior, para alunos do Ensino Fundamental II (6º ao 9º anos), 504 submissões foram registradas e, na categoria Jovem, para Ensino Médio, Educação Profissional Técnica de Nível Médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA – Fundamental e Médio) foram submetidos 614 projetos.
Agora, uma nova e importante etapa se inicia para a FECCI, com o momento de avaliação dos trabalhos. Este ano, a equipe de 233 avaliadores terá a tarefa de analisar os projetos recebidos e dar um parecer com base nos critérios e prazos estabelecidos pela organização da Feira.
“Os avaliadores têm um papel essencial para a FECCI. São eles que contribuem para uma análise cuidadosa dos trabalhos, reconhecendo o empenho dos estudantes e ajudando a garantir a qualidade científica da Feira”, destaca Débora Sant’Ana, também articuladora do NAPI Paraná Faz Ciência.

Ao todo, a participação de estudantes e professores, até o momento, registra mais de 3.800 pessoas envolvidas em descrever suas experiências de investigação na escola, mostrar os resultados obtidos, e, especialmente, demonstra que o incentivo à cultura científica, desde a escola, é muito bem recebido no Paraná.
Os resultados preliminares da avaliação dos trabalhos serão divulgados em 17 de julho. A etapa presencial da FECCI 2026 será nos dias 4 a 6 de novembro, na sede da UTFPR Neoville, em Curitiba.
Além da mostra e das premiações aos vencedores em cada categoria, demais estudantes, professores, pesquisadores e comunidade visitante terão acesso a uma programação voltada à valorização da produção científica e de outros parceiros, que visam ampliar o conhecimento do público sobre o que se faz de ciência no Paraná. Mais informações sobre a FECCI podem ser acessadas no site do evento: www.fecci.net.br .
Novidade no calendário da FECCI 2026: as inscrições foram prorrogadas até o dia 28 de junho, um domingo. Estudantes e professores dos clubes de ciência e de equipes de pesquisa do país terão mais tempo para se inscrever na segunda edição da Feira de Cultura Científica Paraná Faz Ciência.
O evento ocorre no mesmo local da edição anterior, o campus Neoville, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), em Curitiba, entre os dias 4 a 6 de novembro. Neste ano, haverá mais vagas, novas categorias especiais e uma programação ainda mais voltada à troca de experiências, inovação e divulgação científica.
O processo de inscrição é todo on-line, via plataforma Even3, neste link. Um espaço será dedicado ao cadastro de professores e outro para os estudantes. As categorias continuam as mesmas da primeira edição: FECCI Kids, FECCI Junior e FECCI Jovem, incluindo toda a gama de estudantes do Ensino Básico: do Ensino Fundamental I e II, passando pelo Ensino Médio, Educação Profissional Técnica e a Educação de Jovens e Adultos (EJA).
As inscrições são gratuitas e cada projeto submetido à Feira poderá incluir até três estudantes e um professor orientador. Os modelos específicos para descrição dos trabalhos estão disponibilizados de acordo com cada categoria de inscrição.
O caminho para a garantir a participação na FECCI é, primeiramente, fazer o download do modelo (ou template) de acordo com a categoria que se pretende participar. Após preenchê-lo corretamente com os dados solicitados, o arquivo deverá ser anexado novamente, devidamente preenchido, no ato da submissão online. Os formatos de arquivo aceitos são Word (.doc ou .docx) ou LibreOffice (.odt).
Serão então dois arquivos a serem enviados no ato de submissão do projeto: um com identificação dos autores, e o outro, sem a identificação. A organização ressalta que é de responsabilidade dos autores a correta inserção desses arquivos na plataforma de inscrição. Mais detalhes neste Manual de Inscrição.
Todas as informações e atualizações relativas à FECCI 2026 podem ser acompanhadas pelo site do evento fecci.net.br ou pelo perfil de Instagram @fecci_prfc.
Mais uma etapa da FECCI 2026 começa nesta semana. A partir de terça-feira, 19 de maio, estudantes e professores dos clubes de ciência e de equipes de pesquisa do país todo poderão inscrever seus projetos para a segunda edição da Feira de Cultura Científica Paraná Faz Ciência. Neste ano, o evento traz mais vagas, novas categorias especiais e uma programação ainda mais voltada à troca de experiências, inovação e divulgação científica. No mesmo local da edição anterior, o campus Neoville da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), em Curitiba, entre os dias 4 a 6 de novembro.
O sistema de submissão de projetos ficará aberto de 19 de maio até 19 de junho. O processo de inscrição será todo online, via plataforma Even3, neste link. Um espaço será dedicado ao cadastro de professores e outro para os estudantes. As categorias continuam as mesmas da primeira edição: FECCI Kids, FECCI Junior e FECCI Jovem, incluindo toda a gama de estudantes do Ensino Básico: do Ensino Fundamental I e II, passando pelo Ensino Médio, Educação Profissional Técnica e a Educação de Jovens e Adultos (EJA).
As inscrições são gratuitas e cada projeto submetido à Feira poderá incluir até três estudantes e um professor orientador. Esta etapa inicial, de avaliação dos trabalhos para seleção, será também virtual. Os modelos específicos para descrição dos trabalhos serão cedidos pela organização e serão disponibilizados de acordo com cada categoria de inscrição. Estarão acessíveis na mesma plataforma de inscrição.
O caminho para a garantir a participação na FECCI é, primeiramente, fazer o download do modelo (ou template) de acordo com a categoria que se pretende participar. Após preenchê-lo corretamente com os dados solicitados, o arquivo deverá ser anexado novamente, devidamente preenchido, no ato da submissão online. Os formatos de arquivo aceitos são Word (.doc ou .docx) ou LibreOffice (.odt).
Serão então dois arquivos a serem enviados no ato de submissão do projeto: um com identificação dos autores, e o outro, sem a identificação. A organização ressalta que é de responsabilidade dos autores a correta inserção desses arquivos na plataforma de inscrição.
Para quem já leu o editar e tem dúvidas, pode ser que algumas delas sejam as mesmas respondidas na live do programa Quarta com Clubes, que vai ar em 27 de maio, no canal de You Tube do EducartGeo .Todas as informações e atualizações relativas à FECCI 2026 podem ser acompanhadas pelo site do evento fecci.net.br ou pelo perfil de Instagram @fecci_prfc.
A comissão organizadora da Feira de Cultura Científica divulgou o Resultado do Edital de Afiliação à FECCI 2026. No total, 34 feiras e mostras científicas foram selecionadas de diferentes regiões do país, formando uma ampla rede de incentivo à pesquisa, inovação e protagonismo estudantil.
O mapeamento realizado pela organização identificou 44 feiras de ciência e tecnologia inscritas, distribuídas pelas cinco regiões do Brasil, evidenciando a diversidade e a capilaridade do ecossistema científico voltado à educação básica. As instituições aceitas como afiliadas representam universidades federais e estaduais, institutos federais, redes privadas de ensino, fundações públicas e secretarias estaduais de educação.
O maior número de vagas foi destinado a iniciativas paranaenses já consolidadas no cenário científico educacional, como a FICSesi – Feira de Iniciação Científica, do Sesi Paraná; o Vale da Ciência, da Universidade Federal do Paraná (UFPR); a MOBIPE, da Rede Positivo; a MIPE e a IFTECH, do Instituto Federal do Paraná (IFPR) Campo Largo; e a UnioCiências, promovida pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste). Cada uma dessas feiras contará com cinco vagas para indicação de projetos à FECCI 2026.
“O levantamento realizado pela comissão mostra que as feiras afiliadas abrangem desde a educação infantil até o ensino médio e técnico, envolvendo milhares de estudantes em atividades de iniciação científica, inovação tecnológica e empreendedorismo”, destaca a articuladora da Rede de Clubes Paraná Faz Ciência, que promove a FECCI, a professora Débora Sant’ Ana.
Segundo o relatório de análise das inscrições, a maioria das feiras possui regulamentos próprios e processos de avaliação estruturados, incluindo análise de banners, apresentações orais e premiações. O estudo também destaca a pluralidade das instituições promotoras, reunindo universidades, institutos federais, redes privadas e órgãos públicos estaduais em uma grande rede colaborativa de promoção da ciência.
A comissão organizadora informa que as próximas etapas do processo incluem a indicação de projetos até 15 de junho de 2026; e envio da documentação complementar até 30 de julho. A divulgação do resultado da seleção dos trabalhos está prevista para 15 de agosto e a confirmação dos finalistas até 30 de agosto.
“Mais do que uma etapa de seleção, a afiliação fortalece a construção de uma rede nacional comprometida com a popularização da ciência, aproximando estudantes, professores, pesquisadores e instituições em torno de uma mesma missão: transformar conhecimento em impacto social”, finaliza o também articulador da Rede, o professor Rodrigo Reis.
O edital da Feira de Cultura Científica do Paraná Faz Ciência – FECCI 2026 já está disponível. A publicação foi feita, nesta segunda-feira (11), no site oficial do evento. A Feira será realizada entre os dias 4 e 6 de novembro, na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Campus Neoville, em Curitiba, mesmo local da edição anterior.
A FECCI é um evento científico voltado para professores e estudantes da Rede de Clubes Paraná Faz Ciência e da Educação Básica pública e privada. A organização é do Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação – NAPI Paraná Faz Ciência. Com números duas vezes maiores do que o ano passado, a edição de 2026 vai ofertar 700 vagas para os projetos dos estudantes.
São previstas três categorias de participação: a FECCI Kids, Junior e Jovem, que englobam alunos e alunas do ensino fundamental I (1ª a 5º ano), do ensino fundamental II e do ensino médio, educação profissional técnica e educação de jovens adultos (EJA), respectivamente.
Para os estudantes das categorias Junior e Jovem, será possível se inscrever nas categorias de ciências exatas, humanas, da saúde, biológicas, agrárias, sociais aplicadas e inovação tecnológica e robótica. Já para os estudantes da categoria Kids, as opções são projetos de divulgação científica, projetos de pesquisa e projetos de inovação e desenvolvimento de produtos. Além dessas categorias por idade, a FECCI conta com categorias e prêmios especiais, todos detalhados no edital.
Cada projeto poderá ser inscrito uma vez e deve apresentar resultados esperados, parciais ou finais. Quanto à avaliação, ela ocorre em duas etapas, a primeira é a etapa virtual, após o ato de inscrição; enquanto a segunda é presencial, durante o evento, apenas para os trabalhos que avançam na primeira etapa.
As inscrições começam dia 19 de maio e vão até dia 19 de junho. O resultado preliminar está previsto para ser publicado no dia 17 de julho.
Quem deseja se inscrever pode acompanhar as notícias no site da FECCI ou pelas redes sociais, onde são divulgados cursos e novidades. E ainda, no dia 27 de maio, será realizada uma live tira-dúvidas no YouTube da EducartGeo, com a participação dos articuladores do NAPI – Paraná Faz Ciência, Débora Sant’ Ana e Rodrigo Reis.
Confira o edital.
No segundo e último dia do I Encontro de Promotores de Ciências do Paraná, realizado na noite de quinta-feira (7), reforçou duas questões que envolvem os professores, alunos de pós-graduação e gestores escolares envolvidos com a promoção de feiras e mostras de ciências: a participação nos clubes de ciências tem se mostrado relevante para melhorar o aprendizado dos alunos da Educação Básica, os chamados clubistas, e há a necessidade de priorizar a formação de avaliadores de trabalhos de pesquisa em eventos científicos.
Durante dois dias, com cada encontro de duas horas pelo Google Meet, houve palestras de especialistas, troca de experiências e roda de conversa sobre os desafios que precisam ser enfrentados e as perspectivas de trabalho a ser feito para consolidar a Rede de Feiras Paraná Faz Ciência.
Em sua apresentação, o professor Jonathan José de Oliveira Pereira, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Professor Giampero Monacci, de Itambé, contou como os alunos se engajaram nos clubes de ciências a partir do eixos da Robótica, Sustentabilidade e Ação Social.
“A partir da ciência, é possível verificar os impactos na aprendizagem e, principalmente, no comportamento dos estudantes, que se tornaram protagonistas na proposição de problemas e na busca de soluções, além de desenvolver pensamento crítico, saber organizar dados e criar consciência social”, enfatiza Pereira.
Por outro lado, o professor diz que este movimento de transformação também se dá com os professores, que encontram nos clubes uma oportunidade para se renovar: “Jamais podemos cessar esse movimento nas escolas porque tem sido transformador para todo mundo”, acredita.

A pesquisadora e professora da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Eduarda Rodrigues Grunevald de Oliveira, foi uma das organizadoras da Uniociências 2025, a feira de ciências realizada em modo articulado com a UNIOXP, a feira de profissões da própria Unioeste. Em sua apresentação, ela destacou a importância de se estabelecer critérios para a avaliação em feiras de ciências.
“Uma feira de ciências é um espaço formativo e a avaliação dos trabalhos também tem que ser formativa, e não só classificatória, focando no desenvolvimento e aprendizagem do estudante e promove reflexão crítica e tem um papel pedagógico”, explica Eduarda.
Neste contexto, é preciso capacitar os avaliadores para observar aspectos como conhecimento científico, domínio teórico-metodológico do tema e a compreensão do conceito pelos alunos, além de inovação e criatividade. “O grande desafio é nivelar o ‘rigor científico’, garantir que o avaliador tenha a compreensão que se trata de uma pesquisa da Educação Básica”, acredita a pesquisadora.

Em relação ao uso da Inteligência Artificial no processo avaliativo, seja em trabalhos escolares e artigos científicos, Eduarda fez uma ponderação: “é um desafio avaliar, mas é possível verificar no momento da avaliação alguns padrões, após a leitura do trabalho. Nosso olhar tem que ser treinado para identificar, por exemplo, se a pessoa escreveu o texto e usou IA para aprimorar a escrita, mas foi ela quem desenvolveu a pesquisa; ou se não consegue apresentar a pesquisa que está no texto”.
O I Encontro foi promovido pelo Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação Paraná Faz Ciência – NAPI PRFC e contou com dezenas de participantes com o objetivo fortalecer a cultura científica e a formação continuada de professores, gestores escolares e pesquisadores da Educação Básica.
Especialistas em organização, estruturação pedagógica e promoção de feiras de ciências participaram nesta quarta-feira, 7 de maio, do I Encontro de Promotores de Feiras de Ciências do Paraná, promovido pelo Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação Paraná Faz Ciência (NAPI PRFC). Com dezenas de participantes na sala online, através da plataforma Google Meet, o evento de extensão tem como objetivo fortalecer a cultura científica e a formação continuada de professores, gestores escolares e pesquisadores da Educação Básica.
A finalidade é criar um espaço estratégico, mesmo que remoto, para a construção da ‘Rede de Feiras – Paraná Faz Ciência’, visando incentivar a iniciação científica na Educação Básica e a valorização da ciência produzida no Paraná. Durante dois dias, de forma síncrona, será possível a troca de experiências, o debate sobre critérios de avaliação, ética e qualidade científica.

A abertura do I Encontro ficou a cargo da articuladora do NAPI PRFC, professora da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Débora de Mello Sant’Ana, com a palestra ‘Feiras de Ciências como Espaços de Transformação: da prática escolar à cultura científica’.
Como articuladora do programa de divulgação e popularização da ciência, ela enfatizou a importância do evento, uma vez que as feiras de ciências são um ecossistema que contribui para a cultura científica. “Este encontro é um momento para que todos os professores que estão envolvidos com as feiras de ciências se conheçam e troquem experiências, fortalecendo a nossa Rede de Feiras Paraná Faz Ciência”, afirmou.
Na sequência foi feita uma ‘Roda de Relatos e Experiências’, visando compartilhar teoria e prática sobre a organização e gestão de Feiras de Ciências; planejamento e execução; envolvimento da comunidade escolar; desafios; e soluções práticas.

Ainda neste contexto, o NAPI realizou no final de março e início de abril um curso de formação de feiras e mostras de ciências, que teve grande aceitação de participantes de todo o Brasil. Na oportunidade, foi lançado o Edital 001/2026 para afiliação de Feiras à FECCI 2026, que ocorrerá de 4 a 6 de novembro, em Curitiba, no Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no Campus Curitiba Neoville.
O Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) Paraná Faz Ciência (PRFC) promove em maio, entre os dias 6 e 7, o I Encontro de Promotores de Feiras de Ciências do Paraná, com o objetivo de fortalecer a cultura científica e a formação continuada de professores, gestores escolares e pesquisadores da Educação Básica. O evento será realizado pela plataforma Google Meet e acontecerá das 17 às 20 horas, de forma síncrona.
O Edital 002/2026 já está publicado no site da Feira de Cultura e Ciência (FECCI) e as inscrições podem ser feitas somente pela internet, no formulário online que já está disponível. No site há também um modelo para resumo das atividades realizadas em feiras e mostras de ciências.
Para a pós-doutora e bolsista do NAPI PRFC, Dayanne Cajueiro, o objetivo do encontro é evidenciar o papel da articulação entre professores, gestores, pesquisadores e estudantes na organização e realização de feiras e mostras de ciências.
“É interessante destacar que o Primeiro Encontro será um espaço estratégico para a construção da ‘Rede de Feiras – Paraná Faz Ciência’, visando incentivar a iniciação científica na Educação Básica”, explica. Para ela, o evento visa permitir “a troca de experiências exitosas, o debate sobre critérios de avaliação, ética e qualidade científica”.
A reunião toma como referência diretrizes e experiências consolidadas na área de Educação em Ciências e Matemáticas e no que se refere à organização acadêmica, critérios de participação e valorização da pesquisa Científica.

No contexto, o NAPI realizou no final de março e início de abril um curso de formação de feiras e mostras de ciências, que teve grande aceitação de participantes de todo o Brasil. Na oportunidade, foi lançado o Edital 001/2026 para afiliação de Feiras à FECCI 2026.
I ENCONTRO DE PROMOTORES DE FEIRAS DE CIÊNCIAS DO PARANÁ
Data – 6 (quarta-feira) e 7 (quinta-feira) de maio de 2026
Horário – Das 17 às 20 horas, via Google Meet
Inscrições – A partir de 13 de abril
Edital 002/2026 – site da FECCI
Realização – NAPI Paraná Faz Ciência